sábado, 19 de março de 2011


CONFIRA A MENSAGEM DEIXADA PELO BISPO DOM LUIZ GONZAGA FÉCHIO. Confira na íntegra a mensagem lida pelo Bispo Auxiliar de Belo Horizonte, Dom Luiz Gonzaga Féchio.

PELA GRAÇA DE DEUS, a nossa mãe Igreja, na pessoa do Santo Padre, o Papa Bento XVI, chamou-me ao serviço pastoral para o Reino de Deus, na condição de bispo.

Faço questão de enfatizar as palavras “pela graça de Deus” porque as escolhi para orientarem-me neste ministério que me foi solicitado. Desejo, porém, expressar que o motivo desta escolha é a minha consciência segura de que jamais poderia ter respondido o meu “sim” sem pensar o quanto, verdadeiramente, precisarei da graça divina para exercer bem esta missão.

Não somos nada, senão pela bondade, pela misericórdia, pelo amor, pelo poder, enfim, pela graça de nosso Bom Deus. Para cada uma dessas palavras e tantas outras que poderíamos citar e outras que talvez nem conseguiríamos, para destacar as qualidades de Deus, quero colocar todas nesta palavra “graça”, pois, quanto maior a responsabilidade, mais ela se faz necessária.

Não fui chamado pelo Senhor, primeiramente, para ser um bispo, e, sim, um presbítero, um sacerdote consagrado, um padre. Na verdade, antes de tudo, fui chamado a ser um cristão.

Como a minha mãe bem disse, na minha presença e na de meu pai, na terça-feira, 18 de janeiro, um dia antes da publicação da minha nomeação, quando eu antecipei a notícia somente para eles, para que não se assustassem no dia seguinte, enquanto tomávamos o café da manhã: “Filho, no dia do nosso casamento – isso aconteceu há quase 51 anos – nós pedimos a Deus a graça de um filho padre, mas não bispo”, querendo dizer que já era suficiente a primeira situação. Isso me faz reforçar ainda mais a expressão que escolhi como um “farol”, uma “bússola” para o meu novo ministério: “pela graça de Deus”.

Muitas pessoas já sabem que a consagração decisiva acontece logo no momento da primeira ordenação, a diaconal. Neste terceiro grau do sacramento da ordem – para mim, recebido na tarde do 2º domingo da Páscoa de 1990, dia 22 de abril, com 24 anos, nesta mesma igreja – o candidato deve assumir o ministério do diaconato consciente que está sendo chamado a ser um grande servidor.

Passado um tempo de pouco mais de 20 anos, assumo o episcopado, tendo em meu coração a certeza de que só posso fazê-lo na graça de Deus, para que a motivação que me levou a afirmar aquele primeiro “sim” decisivo seja a mesma que digo agora, sem perder o espírito servidor. Estou certo de que é para esta permanente diaconia que o Espírito Santo me consagra, agora como bispo, sucessor dos apóstolos.

Pelo pouco que conhecemos da vida dos apóstolos, mas, considerando Aquele que os chamou e, consequentemente, o motivo pelo qual os chamou, penso como é grande a missão de suceder aqueles primeiros consagrados pelo Senhor Jesus e ungidos pelo Espírito Santo. A doação ao Reino de Deus exigiu-lhes, naquelas circunstâncias, ainda, às vezes, atuais, a doação da própria vida, na radicalidade do martírio.

Para que eu exerça este serviço episcopal que a Igreja me pede, só posso contar, ciente da minha fraqueza, com a graça de Deus e o auxílio da própria Igreja, principalmente nas orações de todos, em especial das pessoas que conviveram comigo ao longo do meu diaconato e presbiterato.

O Concílio Vaticano II, que provocou e continua provocando a Igreja a exercer a sua missão pelo Reino de Deus como um povo cada vez mais sacerdotal, profético e real com os ministros consagrados, afirma que o bispo tem o tríplice ministério da Palavra, dos sacramentos e do pastoreio.

Peço, pois, à Igreja, particularmente a que está presente na diocese de São Carlos e à comunidade arquidiocesana de Belo Horizonte, que orem sempre por mim. Cada irmão e irmã em Jesus Cristo, membro destas duas Igrejas Particulares, como uma pessoa consagrada ou como uma pessoa leiga comprometida em procurar viver melhor a fé, numa doação de cada dia para que o Reino chegue à vida da ovelhinha desamparada, perdida, desprezada e tão amada por Jesus, ore ao Senhor, a fim de que, anunciando, celebrando e pastoreando, eu procure agradá-Lo sempre mais.

A graça que recebi nesta celebração não é um ponto de chegada. Todos sabem que é um novo início. A graça não é para mim. Ou, se posso dizer que é para mim, não é para que eu a guarde comigo, e sim, pela graça deste ministério, o Senhor me use para distribuir muitas graças a quem Dele precisar, através de minha pessoa, principalmente ao pequeno. Como disse Santa Teresa D’Ávila, “ser grande é amar os pequenos”.

A você, meu irmão e minha irmã, a você da minha família de origem, do meu tempo de formação escolar e cristã, na infância e na adolescência, do meu tempo de seminário e do tempo de ministério presbiteral, irmão ou irmã consagrados, irmão ou irmã no batismo, que me ajudou de alguma forma ao longo de minha vida, a você que me formou, em qualquer pequeno detalhe, que nem eu sei dizer, mas que Deus conhece, a você que, especificamente nesta celebração e na preparação dela e desde o dia 19 de janeiro tem me ajudado tanto, a você que me quer muito bem e que eu quero também, e que Deus ama com um amor perfeito, meu muito obrigado pela sua presença em minha vida, ontem, hoje e amanhã!

Meu afetuoso agradecimento a Dom Bruno Gamberini, arcebispo metropolitano de Campinas e meu conterrâneo, e a Dom Paulo Sergio Machado, nosso bispo diocesano, meus ordenantes, e aos senhores bispos que, vindo de perto e de longe, nos deram o prazer dessa presença que me acolhe no colégio dos apóstolos.

Uma particular gratidão a Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, na pessoa de quem agradeço a presença de todos, consagrados e leigos tão atuantes da Arquidiocese, bem como das autoridades. Pelo terno acolhimento e atuação tão dedicada do senhor, do bispo auxiliar, Dom Mol, dos padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas, não posso deixar de dizer que deslumbro, verdadeiramente, uma “Igreja Viva e Sempre em Missão”, ao longo desses 90 anos de existência da Arquidiocese, e, ao mesmo tempo, vislumbro um “belo horizonte” no início deste meu ministério, evidentemente, com muito trabalho!

Ao finalizar, faço dois pedidos: a vocês e a Deus. A você, meu irmão, minha irmã, confirmo o que disse a todos que me cumprimentaram, desde o dia 19 de janeiro, pessoalmente, ao telefone e pela internet: ore para que eu seja um pastor segundo o coração do Bom Pastor e que Nossa Senhora – que eu lembro hoje com o título de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais – me carregue em Seu colo. Como não poderia deixar de lembrar, peço que rezem ao humilde e glorioso São José, ao mesmo tempo servidor e patrono da Igreja, que me ajude a zelar por ela. O meu outro pedido é ao nosso Bom Deus: que por essas minhas simples mãos, mas consagradas, e, mais ainda, pelo meu coração, de pecador, mas também de quem deseja ter um carinho de pastor, Ele abençoe você, meu caro irmão, minha querida irmã, tão amado e amada por Ele!

Um filósofo grego, chamado Antístenes, que viveu no séc. III a.C., afirmou: “A gratidão é a memória do coração”. Com todo o meu coração, muito obrigado!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pessoal amanha na catedral de São Carlos, acontecera a ordenação episcopal do monsenhor Luiz Gonzaga Fecheio as 15h, todos estão convidados...

quarta-feira, 16 de março de 2011

A Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

* Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho.

* Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária.

O gesto concreto se expressa na coleta da solidariedade, realizada no Domingo de Ramos. É realizada em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas. A destinação é a seguinte: 45% para a própria paróquia aplicar em programas de promoção humana; 35% para a Diocese aplicar na mesma finalidade; 10% para a CNBB Regional e 10% para a CNBB Nacional.

Objetivos

Para que o objetivo geral seja atingido, são propostos objetivos específicos:

Desenvolver nas pessoas a capacidade de reconhecer a violência na sua realidade pessoal e social, a fim de que possam se sensibilizar e se mobilizar, assumindo sua responsabilidade pessoal no que diz respeito ao problema da violência e à promoção da cultura da paz. Denunciar a gravidade dos crimes contra a ética, a economia e as gestões públicas, assim como a injustiça presente nos institutos da prisão especial, do foro privilegiado e da imunidade parlamentar para crimes comuns. Fortalecer a ação educativa e evangelizadora, objetivando a construção da cultura da paz, a conscientização sobre a negação de direitos como causa da violência e o rompimento com as visões de guerra, as quais erigem a violência como solução para a violência. Denunciar a predominância do modelo punitivo presente no sistema penal brasileiro, expressão de mera vingança, a fim de incorporar ações educativas, penas alternativas e fóruns de mediação de conflitos que visem à superação dos problemas e à aplicação da justiça restaurativa. Favorecer a criação e a articulação de redes sociais populares e de políticas públicas com vistas à superação da violência e de suas causas e à difusão da cultura da paz. Desenvolver ações que visem à superação das causas e dos fatores da insegurança. Despertar o agir solidário para com as vítimas da violência. Apoiar as políticas governamentais valorizadas dos direitos humanos. Realizar uma melhor convivência com as pessoas

História

Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal no Rio Grande do Norte, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.

Em seu início, teve destacada atuação o Secretariado Nacional de Ação Social da CNBB, sob cuja dependência estava a Cáritas Brasileira, que fora fundada no Brasil em 1957. Na época, o responsável pelo Secretariado de Ação Social era Dom Eugênio de Araújo Sales, e por isso, Presidente da Cáritas Brasileira. O fato de ser Administrador Apostólico de Natal explica que a Campanha tenha iniciado naquela circunscrição eclesiástica e em todo o Rio Grande do Norte.

Este projeto foi lançado, em nível nacional, no dia 26 de dezembro de 1963, sob o impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II, em andamento na época, e realizado pela primeira vez na quaresma de 1964. O tempo do Concílio foi fundamental para a concepção e estruturação da Campanha da Fraternidade, bem como o Plano Pastoral de Emergência e o Plano de Pastoral de Conjunto, enfim, para o desencadeamento da Pastoral Orgânica e outras iniciativas de renovação eclesial. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.

Em 20 de dezembro de 1964, os Bispos aprovaram o fundamento inicial da mesma intitulado: Campanha da Fraternidade - Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma. Em 1965, tanto Cáritas quanto Campanha da Fraternidade, que estavam vinculadas ao Secretariado Nacional de Ação Social, foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da CNBB. A CNBB passou a assumir a CF. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF. Em 1967, começou a ser redigido um subsídio maior que os anteriores para a organização anual da CF. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da CF. A partir de 1971, participam deles também a Presidência e a Comissão Episcopal de Pastoral.

Em 1970, a CF ganhou um especial e significativo apoio: a mensagem do Papa em rádio e televisão em sua abertura, na quarta-feira de cinzas. A mensagem papal continua enriquecendo a abertura da CF.

De 1963 até hoje, a Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização desenvolvida num determinado tempo (quaresma), para ajudar os cristãos e as pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos no processo de transformação da sociedade a partir de um problema específico que exige a participação de todos na sua solução. É grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão, renovação interior e ação comunitária como a verdadeira penitência que Deus quer de nós em preparação da Páscoa. É momento de conversão, de prática de gestos concretos de fraternidade, de exercício de pastoral de conjunto em prol da transformação de situações injustas e não cristãs. É precioso meio para a evangelização do tempo quaresmal, retomando a pregação dos profetas confirmada por Cristo, segundo a qual a verdadeira penitência que agrada a Deus é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar os oprimidos, promover a todos.

A Campanha da Fraternidade tornou-se especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.

CNBB divulga mensagem pela beatificação de João Paulo II




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, hoje, 25, uma mensagem pela beatificação do papa João Paulo II, que ocorrerá no dia 1º de maio, em Roma. A mensagem foi aprovada pelo Conselho Permanente da entidade, reunido em Brasília desde quarta-feira, 23. A reunião terminha hoje, ao meio dia.

Na mensagem, a CNBB exalta as virtudes de João Paulo II, lembrando suas três visitas ao Brasil. “Entre nós, ele foi carinhosamente acolhido e aclamado como ‘João de Deus’”, recorda a mensagem.

Segundo a CNBB, João Paulo II foi marcado pela espiritualidade da cruz que “o acompanhou na experiência da orfandade e da pobreza, nas atrocidades da guerra e do regime comunista, mas principalmente no atentado sofrido na Praça de São Pedro”.

A CNBB destaca, ainda, o empenho do papa na defesa da vida e da família. “O mundo inteiro foi edificado pelo seu empenho em favor da vida, da família e da paz, dos direitos humanos, da ecologia, do ecumenismo e do diálogo com as religiões”, diz a mensagem.

Leia, abaixo, a íntegra da mensagem.

Mensagem da CNBB

Por ocasião da beatificação do Papa João Paulo II

“Deus nos chamou à santidade” (1 Ts 4,7)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dirige-se aos católicos e a todas as pessoas de boa vontade para manifestar sua alegria e gratidão a Deus pela beatificação do Servo de Deus, João Paulo II, no próximo dia primeiro de maio. O Papa João Paulo II amava muito o Brasil e visitou nosso País por três vezes. Entre nós, ele foi carinhosamente acolhido e aclamado como “João de Deus”.

A beatificação nos incentiva a aprofundar nossa vocação universal à santidade. Na sua primeira mensagem, ele convidou a todos: “abri as portas a Cristo Jesus!” Sua vida foi um testemunho eloquente de santidade, pela grande fé, amor à Eucaristia, devoção filial a Maria e pela prática do perdão incondicional. A Palavra de Deus foi por ele intensamente vivida e anunciada aos mais diferentes povos. A espiritualidade da cruz o acompanhou na experiência da orfandade e da pobreza, nas atrocidades da guerra e do regime comunista, mas principalmente no atentado sofrido na Praça de São Pedro. De maneira serena e edificante, suportou as incompreensões e oposições, as limitações da idade avançada e da doença.

O mundo inteiro foi edificado pelo seu empenho em favor da vida, da família e da paz, dos direitos humanos, da ecologia, do ecumenismo e do diálogo com as religiões. Revelou-se um grande líder mundial, um verdadeiro “pai” da família humana. Pediu várias vezes perdão pelas falhas históricas dos filhos da Igreja. Ele mesmo foi ao encontro do seu agressor, na prisão, oferecendo-lhe o perdão. Pela encíclica Dives in Misericordia e na instituição do “Domingo da Divina Misericórdia”, manifestou seu compromisso com a reconciliação da humanidade.

Foi um papa missionário. Numerosas viagens apostólicas marcaram seu pontificado e incentivaram, na Igreja, o ardor missionário e o diálogo com as culturas. No Grande Jubileu conclamou e encorajou a Igreja a entrar no terceiro milênio cristão, “lançando as redes em águas mais profundas”. Afirmou e promoveu a dignidade da mulher; ampliou o ensino Social da Igreja e confirmou que a promoção humana é parte integrante da evangelização. Valorizou os meios de comunicação social a serviço do Evangelho. A todos cativou pelo seu afeto e sensibilidade humana; crianças, jovens, pobres, doentes, encarcerados e trabalhadores foram seus preferidos.

O Papa João Paulo II estimulou, especialmente, as vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Aos sacerdotes dirigiu, todos os anos, na Quinta-Feira Santa, sua Mensagem pessoal. Leigos e consagrados foram valorizados e encorajados nos Sínodos a eles dedicados, para promover sua dignidade, vocação e missão na Igreja.

Convidamos, portanto, todo o povo a louvar e agradecer a Deus pela beatificação do Papa João Paulo II. “O Brasil precisa de santos”, proclamou ele na beatificação de Madre Paulina. Sensibilizados por essas palavras, confiamos à sua intercessão a santificação da Igreja e a paz no mundo. Fazemos votos de que seu testemunho e seus ensinamentos continuem a animar a grande família dos povos na construção de uma convivência justa, solidária e fraterna, sinal do Reino de Deus, entre nós.

Brasília, na Solenidade da Anunciação do Senhor,

25 de março de 2011

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB